CNV: “Eu tenho tanto pra te falar, mas com palavras não sei dizer…” 🙂
Natalia
Interessante a frase da Evelly: Regras precisam ser legais.
alysonraquel
Me reconheci demais no finalzinho desse vídeo. Tenho me cobrado muito uma postura menos agressiva com os alunos, principalmente, que diariamente me trazem situações ridículas, pequenas e repetitivas (rótulos) que, associadas a tantas responsabilidades atreladas à gestão pública, se tornam inadmissíveis e me fazem perder a paciência e ser firme demais nas palavras e ter uma postura (verbal) agressiva. Me culpo e me cobro. Daí a busca pela CNV. Isso estava invadindo minha vida pessoal também. Quando você fala em autocompaixão, autoempatia percebo que não posso aplicar a CNV com os outros se não a aplico comigo. Estou imensamente grata… Read more »
joaomaciel
Gratidão Bruno! Estou um pouco atrasado no conteúdo e com pouco tempo para fazer e ler os comentários dos colegas mas tenho aproveitado muito este curso.
Sinto-me em um processo de transformação e devo isso a este curso que tem facilitado muito meu aprendizado:)
João, me alegra muito saber que minha necessidade de contribuição está sendo atendida.
Especialmente considerando o carinho que tenho por você, amigo!
Abraço!
Patricia Schmidt
Olá pessoal, olá Bruno. Quero dizer que a cada dia que passa me apaixono mais pela CNV, porém estou passando por esse conflito de auto acolhimento, muito desesperador pra mim ver o quanto estamos longe de termos comunicação verdadeira. Mas vou seguir vem frente, ter a paciente que tu pediu Bruno. Muita gratidão pela oportunidade.
jp.valadares
Bruno, sobre o momento da aplicação da CNV – Eu entendi que é interessante usar a técnica em situações delicadas, para tentar estabelecer clima de cuidado, sensibilizar para a cooperação. Nos demais momentos cotidianos, fica difícil sustentar este modelo, é isto?
Eu imaginei e pensei em vivenciar da seguinte maneira: contextos difíceis, tensos, – CNV – Contextos típicos – modelo de comunicação normal, acrescido do cuidado com a empatia, escuta atenta, compreensão….. Consegui chegar ao cerne na aplicação?
Mauro Braz
Tive muitas crises quando comecei estudar cnv. Primeiro coincidiu com o ano eleitoral. Surgiram diálogos muitos difíceis. Haja respiração (rsrs). Depois tive que ler tudo sobre para preparar uma formação para os gestores das escolas municipais (Maracanaú-CE). E aí eu ficava me policiando o tempo todo, me cobrando, me julgando tipo assim: Como posso falar esse tipo de coisa para fulano se agora conheço a cnv? “Foi pancada” . Mas aí nesse processo de autoconhecimento a gente vai encontrando outros mestres e as coisas vão se transformando. Sobrevivi entendendo que tudo é processo, que todos nós temos um lado sombra… Read more »
Juliana M. Cairo
Mauro, obrigada por compartilhar, me sinto mais acolhida em minha própria vulnerabilidade de não saber como me expressar apesar de ter a consciência, do que não é mais efetivo para cuidar da vida.
Alex Sandro Souza Santos
Bruno, esse vídeo foi muito bom pra mim, quando você falou sobre o culpar-se por perceber que não estamos conseguindo viver a CNV. Confesso que eu passei por isso algumas vezes, incapaz de compreender algumas situações, e me comunicar com clareza comigo mesmo. Era um “loop” de confusão interna; mas, não se preocupe, pois isso já acontecia muito antes de eu ter essa oportunidade de fazer o curso CNV para Curiosos. Na verdade, só tenho a agradecer, pois a cada aula, minha mente se ilumina um pouquinho mais. Obrigado
Joana
Eu também considero que estou nesse processo, Alex Sandro. Não é algo que veio agora, mas que já tinha em mente e ficava me questionando, tentando lidar com a forma que me comunico com outros e a forma como comunico comigo. Acredito que refletir sobre nossas formas de comunicar nos ajuda a interpretá-las de uma maneira mais cuidadosa com a vida, e nos leva a mudar e a criar outras formas. Porém, se a gente começa a ficar nesse loop infinito, como disse o Bruno, para mim, torna-se algo muito incômodo. Aproveito a oportunidade para também agradecer, o curso está… Read more »
CNV: “Eu tenho tanto pra te falar, mas com palavras não sei dizer…” 🙂
Interessante a frase da Evelly: Regras precisam ser legais.
Me reconheci demais no finalzinho desse vídeo. Tenho me cobrado muito uma postura menos agressiva com os alunos, principalmente, que diariamente me trazem situações ridículas, pequenas e repetitivas (rótulos) que, associadas a tantas responsabilidades atreladas à gestão pública, se tornam inadmissíveis e me fazem perder a paciência e ser firme demais nas palavras e ter uma postura (verbal) agressiva. Me culpo e me cobro. Daí a busca pela CNV. Isso estava invadindo minha vida pessoal também. Quando você fala em autocompaixão, autoempatia percebo que não posso aplicar a CNV com os outros se não a aplico comigo. Estou imensamente grata… Read more »
Gratidão Bruno! Estou um pouco atrasado no conteúdo e com pouco tempo para fazer e ler os comentários dos colegas mas tenho aproveitado muito este curso.
Sinto-me em um processo de transformação e devo isso a este curso que tem facilitado muito meu aprendizado:)
João, me alegra muito saber que minha necessidade de contribuição está sendo atendida.
Especialmente considerando o carinho que tenho por você, amigo!
Abraço!
Olá pessoal, olá Bruno. Quero dizer que a cada dia que passa me apaixono mais pela CNV, porém estou passando por esse conflito de auto acolhimento, muito desesperador pra mim ver o quanto estamos longe de termos comunicação verdadeira. Mas vou seguir vem frente, ter a paciente que tu pediu Bruno. Muita gratidão pela oportunidade.
Bruno, sobre o momento da aplicação da CNV – Eu entendi que é interessante usar a técnica em situações delicadas, para tentar estabelecer clima de cuidado, sensibilizar para a cooperação. Nos demais momentos cotidianos, fica difícil sustentar este modelo, é isto?
Eu imaginei e pensei em vivenciar da seguinte maneira: contextos difíceis, tensos, – CNV – Contextos típicos – modelo de comunicação normal, acrescido do cuidado com a empatia, escuta atenta, compreensão….. Consegui chegar ao cerne na aplicação?
Tive muitas crises quando comecei estudar cnv. Primeiro coincidiu com o ano eleitoral. Surgiram diálogos muitos difíceis. Haja respiração (rsrs). Depois tive que ler tudo sobre para preparar uma formação para os gestores das escolas municipais (Maracanaú-CE). E aí eu ficava me policiando o tempo todo, me cobrando, me julgando tipo assim: Como posso falar esse tipo de coisa para fulano se agora conheço a cnv? “Foi pancada” . Mas aí nesse processo de autoconhecimento a gente vai encontrando outros mestres e as coisas vão se transformando. Sobrevivi entendendo que tudo é processo, que todos nós temos um lado sombra… Read more »
Mauro, obrigada por compartilhar, me sinto mais acolhida em minha própria vulnerabilidade de não saber como me expressar apesar de ter a consciência, do que não é mais efetivo para cuidar da vida.
Bruno, esse vídeo foi muito bom pra mim, quando você falou sobre o culpar-se por perceber que não estamos conseguindo viver a CNV. Confesso que eu passei por isso algumas vezes, incapaz de compreender algumas situações, e me comunicar com clareza comigo mesmo. Era um “loop” de confusão interna; mas, não se preocupe, pois isso já acontecia muito antes de eu ter essa oportunidade de fazer o curso CNV para Curiosos. Na verdade, só tenho a agradecer, pois a cada aula, minha mente se ilumina um pouquinho mais. Obrigado
Eu também considero que estou nesse processo, Alex Sandro. Não é algo que veio agora, mas que já tinha em mente e ficava me questionando, tentando lidar com a forma que me comunico com outros e a forma como comunico comigo. Acredito que refletir sobre nossas formas de comunicar nos ajuda a interpretá-las de uma maneira mais cuidadosa com a vida, e nos leva a mudar e a criar outras formas. Porém, se a gente começa a ficar nesse loop infinito, como disse o Bruno, para mim, torna-se algo muito incômodo. Aproveito a oportunidade para também agradecer, o curso está… Read more »